É por essas e outras que se deve tomar muito cuidado com o que você diz, mesmo que seja só para ser simpático com outras pessoas. No trabalho (para quem ainda não sabe, eu trabalho em consultoria – o que envolve conhecer muita gente), meu chefe trouxa uma visitante e nos apresentou:
chefe: "Essa é minha amiga Fulana, ela foi das empresas tal, tal e tal por tantos anos."
yo: "Muito prazer."
Fulana: "O prazer é meu! Você conhece a empresa tal?"
yo: "Conheço, conheço... meu tio trabalhou lá por muito tempo, antes de separarem entre a divisão química e farmacêutica e mudarem o nome."
Fulana: "É mesmo? Puxa, que interessante! Quem é seu tio?"
yo: "Meu tio é Y, você conheceu???"
Fulana: "Nossa, claro que conheci! Ele é ótimo! Manda um beijo para ele! Aliás... sabe que agora que você falou, eu estou prestando atenção... puxa, você é muito parecido com seu tio mesmo! Vocês têm os mesmos traços..."
yo (segurando o riso): "Sério? Puxa, deve ser o sangue italiano da família..."
Enfim, após mais um tempinho jogando conversa fora, despedimo-nos ("despedimo-nos"... uau! Sou muito eloqüente, fala sério).
Agora, a questão que me intriga é... devo ficar preocupado com o fato de ser parecido com um tio que não é de sangue, e sim casado com a irmã do meu pai??? XD
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15/07/09
A carinha do Papai
12/07/09
Comparação brilhante
E falando no quanto ficaram sem graça as coisas que deveriam ser divertidas, lembrei que nessa viagem tive uma conversa meio que assustadora com um primo meu. Não vou entrar em detalhes, mas o cara tem 17 anos e a turma dele é um ano mais nova, e no celular ele tem foto de mais de metade (sem exagero) das meninas da turma peladas. Algumas, obviamente, sacanagem de namorados, mas a grande maioria enviada pelas próprias meninas. Algumas são BEM pesadas - aliás, o nível de putaria que rola me deixou com inveja que no meu tempo não era assim realmente triste. Sério mesmo. Não só com ele e a turma dele, mas porque me fez pensar na gente, na nossa geração. E aí bateu depressão geral.
Talvez vocês discordem mas eu sinto que nossa geração tem um vazio imenso que não sabe preencher. Porque na "balada" (powtaqueopariw, como odeio essa palavra) o que conta é pegar geral - ouço muito mais do que gostaria (mas, até aí, UMA VEZ já seria mais do que eu gostaria) o termo "catar", caráleos. Tipo "catar papel", "catar o lixo", "catar coquinho" - é a isso que fomos reduzidos?
Não é mais questão de se divertir e até de repente conhecer de verdade alguém e essa pessoa ser tão legal que você sabe que está beijando alguém especial: na sociedade de consumo, o que conta é ESCALA. Eu diria que o mínimo é lembrar o nome da pessoa depois, e perdi a conta das vezes que me contaram as aventuras sem ao menos lembrar o nome dos envolvidos (bom, pelo menos o PRÓPRIO nome lembravam! Talvez não na hora, mas quando contaram a história...).
Eu, pessoalmente, fiquei poucas vezes e na maioria delas com alguém com quem já existia um clima, um sentimento (e não, tesão não é sentimento. É uma sensação, seus ignóbeis), uma atração muito maior do que "é gostosa/bonitinha/facinha e hoje tô afins de beijar". Mas foi o suficiente para provar os dois lados da moeda e poder opinar (e mesmo que não fosse, tenho opinião sobre tudo mesmo).
Em uma comparação MAIS que brilhante (e que me deixou particularmente orgulhoso), para mim* beijar por beijar pode ser resumido exatamente assim:
Pensa no seu prato favorito (mulheres que tenham dificuldade em escolher um prato favorito é só pensar em chocolate), feito pelo seu restaurante favorito, ou pela mamãe/vovó. Pensou? Agora tenta lembrar da sua pior gripe, a que mais te derrubou e deixou você tão mal que você quase nem conseguia respirar, muito menos sentir gosto de nada.
Agora imagina comer seu prato favorito quando você está com essa gripe. Racionalmente você SABE que é gostoso, mas na verdade não está sentindo o gosto. Você até tira algum prazer da coisa, matou a fome, mas no fundo sabe que faltou algo e que se tivesse comido isopor dava na mesma (mas ainda por cima te adicionou calorias). É isso.
Beijar alguém com sentimento é algo verdadeiramente mágico, talvez o único resquício de magia que não tem como ser tomado de nós pelos tempos cientificistas atuais. Quando se encontra a pessoa da sua vida, então... aí dá para entender poesia. E acreditar em mágica.
Só para amarrar com o último post (e fazer outra comparação felomenal), nos tornamos "profissionais da balada". E como tudo que é profissional demais, acho extremamente sem graça.
* Muita atenção a esse pedaço importantíssimo de informação. Lembro a todos que opinião é como cu: cada um tem a sua, e quase sempre a dos outros é que não cheira bem.
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08/07/09
As coisas já foram mais legais
Já repararam que as coisas que deveriam ser divertidas, entretenimento, estão cada vez mais sem graça? Ou sou só eu?
Assistir futebol ficou chato: as partidas estão monótonas, previsíveis, quase robóticas (retiro o que disse. As partidas robóticas, no videogame, são muitas vezes mais emocionantes que as partidas reais). Acho que é unânime que nossa Seleção, por exemplo, faz corpo mole.
Ir ao circo não é mais suficiente, tem que ir ao Circ du Soleil.
Cinema, então... ótimo para acompanhar SEQÜÊNCIAS, REMAKES e adaptações de quadrinhos, tudo determinado por executivos que querem blockbusters para engrossar o bônus. Até filminho pornô estragaram, fazendo pornô da Gretchen, da Rita Cadillac.
Escrever não é mais uma questão de passar uma mensagem/idéia, de se expressar, de escrever com tesão. O que vale é escrever um best seller, nem que seja de mantras reciclados de auto-ajuda, e encher o rabo de dinheiro. A poesia praticamente morreu.
Vou me abster de falar de pintura e escultura por dois motivos. Um: não tenho conhecimento suficiente para debater com alguém que vai encher o meu saco dizendo que Miró é ducaralho (quando a filhinha de dois anos de um amigo meu faz igual); e dois: desde antes do cubismo que eu já não considero nada "pintura". Bom, admito que o cara que reformou meu apartamento fez uma bela pintura.
Na música, hoje são raros - se é que existem - os artistas e bandas que não nascem ou se tornam absoluta e explicitamente comerciais (oi, boy bands! Chalibráu!).
Acabaram as empresas apaixonadas por seu negócio, e praticamente acabaram os profissionais que fazem as coisas por paixão: é tudo CARREIRA, dinheiro, margem, lucro.
Sabe, eu particularmente culpo a profissionalização exagerada: hoje o pessoal é profissional DEMAIS. Liderando o movimento é claro que vem os EUA, onde existe até concurso de Miss Recém-Nascida e campeonato de basquete da liga "2 a 5 anos" é televisionado. Mas até mesmo os tradicionais "rebeldes" se profissionalizaram: skatistas, tatuadores (oi, Miami Ink), Punks, comunistas, motociclistas, roqueiros. Tudo profissional, tudo levado a sério demais. Patrocinadores, campeonatos, X-Games, MTV.
Profissionais de futebol, com jogadores mais preocupados com a imagem do que com o jogo, agentes mais preocupados com contratos de patrocínio do que o bem estar do atleta, os times mais preocupados com a venda de camisas, bonés, meia, ringtones e camisinhas do clube do que com o desempenho do time. Para ser jogador, você tem que estar esperto, arranjar agente, ir para o Milan. E isso é verdadeiro em qualquer esporte, com (cada vez mais raras) exceções. O artista de rua não quer mais ter um belo espetáculo, mas transformá-lo em empresa multinacional (não que os shows do Circ du Soleil não sejam realmente lindos, por favor. Tenho senso de ridículo). Em diversas modalidades de arte é mais importante chocar do que ter conteúdo, mensagem. E porra, para que fazer música se posso ser um American Idol e estudar se posso ser a Brazilian's Next Top Model??? Aliás, tudo TÃO profissional que tem nerd sendo pago para jogar videogame!! Empresas patrocinando mané que manda bem no Warcraft, no Winning Eleven, essa merda toda.
Eu não estou me excluindo de nada disso, é apenas uma observação. Eu teria que ser muito hipócrita para criticar, considerando que eu mesmo sou um puta workaholic. Não estou julgando ou dizendo o que é certo e o que é errado
Uma coisa é certa: isso deixou as coisas muito mais sem graça.
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01/07/09
Gente sem noção
Pois é, quem costuma acessar isso aqui (e reza a lenda que tem gente que o faz) deve ter notado um certo sumiço. Mas existe um motivo: estou viajando, o que dificulta muito acessar internet e perder tempo.
Enfim, vim no sábado e desde o começo tive diversas provas da estupidez humana: já na fila da polícia federal, apesar das MIL advertências (que começam antes do check in, aliás), o povo com água, desodorantes LITRO e outros itens proibidos. Mas quer saber, dependendo do que é até dá pra relevar, porque a gente sempre esquece alguma coisinha, e eu mesmo já quase embarquei com um canivete uma vez. Tá no bolso faz tempo, você esquece, o raio X apita e você passa aquela vergonhinha básica enquanto todo mundo te olha com cara de: "olha ali o mané que tá empacando a fila". Faz parte.
Mas porra, TODO MUNDO sabe que não pode levar alimentos de um pais para outro, nénão? Até quem nunca viajou pra fora sabe, "nada de frutas, verduras, blábláblá" - portanto todo mundo sabe que ESSAS COISAS SE LEVA NA MALA, NÃO NA MÃO! Óbvio. ^_^
Mas enfim, sempre tem gente sem noção (e nesse caso, BOTA sem noção nisso!). E o que a criatura tentava contrabandear?
- 2 latas de goiabada CICA;
- 2 latas de marmelada CICA;
- 3 latas de feijoada pronta;
- 1 saco de arroz;
- 1 saco de farofa pronta.
A mulher, obviamente acostumada a ir para a PRAIA GRANDE ou Santos (sem ofensas, Bê), tentava exportar o conceito de fazer farofa. Tinha até sobremesa, só faltou a galinha - ou talvez fosse a própria. Realmente não sei.
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20/06/09
Jethro Tull- Life is a Long Song
Simplesmente linda essa música.
When you've fallen awake
And you take
Stock of the new day.
And you hear your voice croak
As you choke
on what you need to say.
Well, don't you fret
Don't you fear.
I will give you good chear.
Life's a long song.
Life's a long song.
Life's a long song.
If you wait then your plate I will fill.
As the verses unfold
And your soul
Suffers the long day.
And the twelve o'clock gloom
Spins the room
You struggle on your way.
Well, don't you sigh
Don't you cry.
Lick the dust from your eye.
Life's a long song.
Life's a long song.
Life's a long song.
We will meet in the sweet light of dawn.
As the Baker Street train
Spills your pain
All over your new dress.
And the symphony sounds
underground
But you wanted to rest.
Well, don't you squeal
As the mill
Grinds you under its wheel.
Life's a long song.
Life's a long song.
Life's a long song.
But the tune ends too soon for us all.
19/06/09
Cesta de citações
"A verdade raramente é pura e nunca é simples." - Oscar Wilde.
"Mas é necessária." - Ogro
"Passei por coisas terríveis na vida, algumas das quais realmente aconteceram." - Mark Twain.
Ou: "quem conta um conto..." Porra, afinal todo mundo conhece alguém (ou é esse alguém) que exagera e faz todo um drama tanto com as dificuldades quanto os sucessos. Tem que dar um desconto.
"Parte de ser são é ser um pouco louco." - Janet Long.
Frase também conhecida como: "ninguém é normal, véi"
"Talvez esse mundo seja o inferno de outro planeta." - Aldous Huxley.
Bem vindo ao Brasil, truta!
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18/06/09
A coisa mais estúpida que já fiz na vida
Essa história vem com um aviso já no começo: crianças, não tentem fazer isso em casa. Aliás, não tentem fazer isso em lugar algum. Aliás, não é só para as crianças: ninguém faça isso jamais!!! Eu não teria feito, se soubesse o que fiz e o que pensei em fazer e o que não foi e o que poderia ter acontecido (hein?). Mas enfim, divago.
Eu sou um cara muito paciente, mas - e só sabe isso quem me conhece muito bem e há muito tempo (ou quem ler isso aqui, à partir de hoje) - o negócio é que uma vez que eu perco a paciência eu perco a noção. E lá pra 1998 eu estava feliz, contente e pimpão, estudando Engenharia de Controle e Automação na UNICAMP, morando em Campinas e tudo – tá bom, já sei que vão vir MILHÕES de piadinhas com esse negócio de eu ter feito engenharia... heheh Tá, antes que perguntem acabei não dando pra ninguém, fiquei com medo – vai que eu gosto! Então até hoje sou um mero e comum heterossexual. Mas divago de novo (pra variar).
Uma noite voltava eu da casa da namorada da época (e já tinha sido daqueles dias em que dá tudo errado, saca? Bati o dedinho do pé, queimei a torrada, não dei para nem comi ninguém...), completamente emputecido depois de uma mega-briga com a dita cuja. E o que eu sempre faço quando estou nesse estado? Cagada! E como o destino tem um senso de humor desgraçado, é claro que providenciou para que eu me deparasse com a situação mais perigosa (e mais IMBECIL) possível.
Quando subia uma avenida (uma baita ladeira, na verdade), qual não foi minha surpresa quando meus faróis (ah, é! Já tinha mencionado que eram umas 3 da manhã? Pois é, era) iluminaram dois meliantes metros acima chutando algo no chão, que imaginei ser um saco de lixo. QUASE acertei. Conforme cheguei mais perto (e era devagar, porque nessa época eu tinha um Golzinho mil daqueles quadrados, ano 92! Ouié! Catava tudo as mina!) vi que estavam chutando um saco – o saco de um cara! Como não é exatamente isso que a gente espera ver de homem batendo em homem em Campinas, chamou a atenção. Aí caiu a ficha: eles estava assaltando o cara. Não era nenhum tipo de tara ou perversão maluca não! Liguei o farol alto para ver se assustava os perigosos indivíduos e eles deixavam o cara em paz. Ignoraram. Desviaram o olhar por um micro-nano-segundo, se isso. Não me conformei. Pensei em fazer o retorno e passar de novo, buzinando. Pensei em mil coisas, na verdade. E fiz a que provavelmente era a mais monumentalmente estúpida delas: parei o carro um pouco mais para cima, tranquei (pô, também não vou deixar aquele BÓLIDO desprotegido, né?) desci e corri em direção aos caras (flashback instantâneo de quando eu quebrei o nariz mas não lembro). Passei mentalmente todos os fatos que observei enquanto joguei a luz alta que eles ignoraram, e não conseguia lembrar de ter visto nenhuma arma.
Pára tudo.
Não lembrava de ter visto nenhuma arma.
O que significa, na melhor das hipóteses, que talvez eles não estivessem armados. Pra vocês verem a importância do autocontrole: a falta dele acarreta em ações idióticas.
Obrigado.
Mas fiz exatamente o que vocês a essa altura deduziram (ou então vão ser burros assim lá longe). Fui pra cima deles com tudo, aproveitando que eu estava mais pra cima e tinha uma pequena vantagem: cheguei no embalo, pulando com os pés nas costas de um deles. Esse primeiro cara nem viu o que o atingiu e foi rolando/voando pra longe, e eu já caí preparado para pegar o segundo. No chão, um tiozinho meio careca mal se mexia. O segundo olhou pra mim com cara de surpresa e ódio. Gente, vocês acham que já viram ódio, até que já odiaram, mas vou te contar: acho que pouca gente realmente viu ódio de verdade, como eu vi na cara daquele cara (mas que bela frase, não?). E aí eu reparei que ele estava com um cano de ferro na mão (e ainda tem gente que fica surpresa quando eu digo que não acredito em deus!). Enfim, o cara errou o primeiro golpe e levou uma na boca que deve ter quebrado um dente. E também cortou minha mão, mas isso eu só percebi depois. Aliás, beeeeeeeeem depois. Porque a essa altura o primeiro já tinha levantado e tava vindo pra cima de mim. Ele tinha um pedaço de pau na mão; e não, não estou falando o tipo de pau que vocês tão pensando, seus tarados. E toda sorte tem limite, né? Levei uma paulada nas costas. Em Campinas. Foi um momento mágico, por 2 segundos vi bolinhas roxas e pretas flutuando à minha frente (é gente, paulada nas costas faz ver bola roxa! Vivendo e aprendendo! Achei que só se vissem bolas roxas quando levassem paulada na CARA. tum-dum pshhh).
Ah, esqueci de contar (caráleo esse texto tá ficando gigante...). Eu treinei karatê por algum tempo (acho que uns 6 ou 7 anos) e era até meio mais ou menos na bagaça. O bastante para chegar até a faixa preta. Nunca uso pra porra nenhuma, sempre separei mais brigas do que briguei, mas isso não significa que eu não saiba brigar, tcherrrrto? Pois é, e naquela hora eu
Já que todo mundo deve estar de saco cheio a essa altura, vou pular os detalhes (mesmo porque não vou lembrar de tudo mesmo) e ir pros finalmente: eu apanhei, e eles apanharam mais. A certa altura, com narizes e dentes quebrados, os dois decidiram que o tiozinho (que àquela altura eu achei que ia estar longe, mas continuava ali no chão estrebuchando) não valia o esforço e deram o pinote.
Eu ainda fui ajudar o tiozinho a levantar, e ele contou que estavam tentando roubar o relógio dele (!!!) Enfim, como não se discute com loucos nem com moribundos (e podia ser qualquer um dos casos), deixei quieto o fato de que o tiozinho tava usando um "G-shock" (ou qualquer merda do tipo, vocês não vão querer que eu lembre esse nível de detalhe, convenhamos! Só lembro claramente que não era um Rolex, Patek Philippe ou algo do tipo) e perguntei se ele queria uma carona – que ele dispensou dizendo que morava ali perto. Eu falei pra ele ir então, e o tiozinho foi capengando a 0,0005 km/h. Aí eu gritei pra ele deixar de ser trouxa e ir logo que os caras poderiam voltar (ou talvez eu tenha sido UM POUQUINHO menos polido) e o tiozinho finalmente resolveu correr pra casa. Hoje acho a cena engraçada. 30 segundos antes ele tava no chão que mal se mexia. Acho que ele não queria era ajudar na briga, isso sim. Vagabundo.
PS: E esse é sem dúvida o texto com mais duplos sentidos pseudo-sexuais sem graça que já escrevi na vida, sem sombra de dúvida.
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